O perigo das falhas antigas: por que vulnerabilidades de 2017 ainda ameaçam empresas em 2025
- alexandrejob
- 29 de set.
- 1 min de leitura

Quando se fala em cibersegurança, muitos imaginam ataques sofisticados, baseados em técnicas inéditas e falhas recém-descobertas. Mas a realidade é mais simples — e preocupante. A maioria das invasões ainda ocorre explorando vulnerabilidades antigas.
Um exemplo claro é a falha CVE-2017-0147, descoberta há mais de seis anos. Apesar do tempo decorrido, ela ainda foi explorada em 26,7% dos ataques registrados em 2024. Isso significa que mais de um quarto das investidas digitais poderiam ter sido evitadas com algo básico: aplicar o patch de segurança.
Por que isso acontece?
Muitas empresas adiam atualizações com medo de impactos operacionais.
Há falta de processos claros para gestão de patches.
Sistemas legados ficam esquecidos, mesmo que ainda estejam conectados à rede.
O resultado é um cenário em que criminosos digitais não precisam inovar. Basta explorar brechas conhecidas que seguem abertas por descuido.
Como evitar:
Implementar uma rotina rigorosa de patch management.
Automatizar o monitoramento de vulnerabilidades.
Incluir sistemas legados no escopo de segurança.
Corrigir falhas conhecidas não é luxo. É o mínimo necessário para impedir que a sua empresa se torne um alvo fácil.






















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